Cinema Críticas

Crítica: Babyteeth (2019)

Babyteeth

Milla (Eliza Scanlen) é uma adolescente com uma séria doença, que se apaixona por um traficante de drogas (Toby Wallace); o que não agrada aos seus pais. Mas Milla está determinada a viver sem medos ou reservas.

Babyteeth apresenta-se como um drama/comédia, sobre as vidas de Milla, dos seus pais, de Moses. Seguimos o enredo à medida que Milla enfrenta a sua doença enquanto navega por situações características da adolescência: amor, rebeldia, drogas, e uma turbulenta relação com os pais.

Babyteeth

Apesar do tópico desta obra ser cativante, tanto a performance dos actores como o próprio diálogo por vezes deixam muito a desejar; muitas das cenas parecem forçadas e desajeitadas. A nível cinematográfico, o filme dá bom uso às cores nos momentos certos e utiliza planos interessantes e criativos. É também crucial referir a banda sonora, pois realça o estilo adolescente e alternativo que complementa bem a mensagem transmitida.

É estabelecida uma relação entre aquilo que é considerado correto na nossa sociedade com o que não é de todo aceite e até repreendido; durante o decorrer do filme é claro um romance entre estes extremos.

Babyteeth

Babyteeth é um interessante ponto de vista de uma vida que exige ser vivida intensamente e da forma mais livre possível. Infelizmente, do ponto de vista técnico, a ideia de Babyteeth torna-se defeituosa.

 

 

Título: Babyteeth

Título Original: Babyteeth

Realização: Shannon Murphy

Elenco:  Eliza ScanlenMichelle LottersToby Wallace

Duração: 118 min.

 

Trailer | Babyteeth

 

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