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Superstore – Season Finale – 5ª Temporada

Superstore terminou a quinta temporada num tom agridoce e deixou-nos cheios de questões e emoções para analisar. A série de comédia da NBC, que conquistou desde o primeiro minuto, deixou bastante a desejar este ano.

O Melhor:

Não é fácil escrever este parágrafo. Foram poucos os momentos da nova temporada que me cativaram, mas consegui reunir alguns pontos interessantes que salvaram Superstore do tédio total.

Em primeiro lugar, a evolução de Dina foi algo que me deixou bastante satisfeita. A personagem de Lauren Ash é um gosto adquirido – pelo menos para mim – e não foi fácil envolver-me emocionalmente com a mesma. No entanto, a evolução da personagem ao longo das últimas temporadas foi admirável  e isso foi visível pela necessidade que a sub-gerente teve de encontrar alguém especial. No season finale podemos também assistir à sua atitude altruísta de apoiar Amy na decisão de aceitar um emprego na Califórnia.

A decisão de se focarem em algumas personagens secundárias também foi bastante inteligente. Apesar de ter tirado tempo aos protagonistas, existem algumas personagens de background que é sempre interessante ver.

É o exemplo de Sandra (Kaliko Kauahi), que foi promovida ao elenco principal e brilhou. A atitude passiva e nervosa de Sandra é verdadeiramente divertida e consegue sempre despertar uma gargalhada, seja em que momento for.

Marcus (Jon Barinholtz) também foi uma presença mais marcante e alguém que não me importava nada que fizesse parte do elenco principal. O responsável do armazém é sem dúvida uma das melhores e mais divertidas personagens de Superstore.

O Pior:

No final da quarta temporada assistamos ao desfecho da questão da ilegalidade de Mateo e nada melhor do que um tema actual e controverso para abrir a nova temporada. Este foi um tema recorrente durante os primeiros episódios, mas que acabou esquecido. Foram feitos alguns comentários, mas nunca mais abordado o assunto. Aliás, Mateo conseguiu contornar as regras com a ajuda de Amy e voltou para um trabalho ainda melhor no Cloud9.

A estagnação das personagens é um ponto que me está a dar comichão. Após cinco anos, não deveria existir algo mais? Bem, a Amy foi promovida (e com muito mérito!), a Dina já não é tão irritante como antes e o Glenn… foi despromovido(?). Mas isto é o básico do movimento dos nossos trabalhadores favoritos.

A Cheyenne ainda é uma idiota – pelo menos foi o que pareceu das poucas vezes que apareceu esta temporada -, o Garrett continua zangado com a vida, o Jonah mantém-se o mesmo activista instigador e o Mateo retém a coroa dos egoístas.

Com a saída de America Ferrera fica no ar a dúvida sobre a permanência de Ben Feldman. Apesar de Jonah se ter oferecido para acompanhar Amy para a Califórnia, ainda não existem confirmações do mesmo e teremos de esperar pela nova temporada. No entanto, fica a dúvida de se a saída desta dupla será positiva ou negativa.

E pronto, é tudo por agora. Superstore volta num futuro incerto, mas esperemos que com um enredo mais interessantes e episódios mais cativantes.

Estado da Série: RENOVADA

Leiam a nossa Mini-Review anterior de Superstore aqui.

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