Cinema Críticas

Crítica: Point Blank (2019)

Na última semana estreou na Netflix mais um filmes de ação para o seu catálogo de originais. O longa Point Blank conta a história de um enfermeiro que, se vê no meio de uma confusão quando sua mulher gravida é sequestrada por um criminoso que exige que ele o ajude a libertar o irmão que está no hospital.

Nos seus últimos longas a gigante do streaming tem feito filmes com duração não muito longas (em torno de 1 hora e meia), e com histórias simples sem muitas reviravoltas o que se em alguns casos não funcionou muito bem, aqui conseguiu entregar um bom resultado. O filme apesar de não ter o roteiro mais imprevisível, se desenvolve muito bem sem entediar ou ficar obvio a ponto frustrar o expectador, e mostra o background histórico necessário para que se faça sentido sem enrolação, com flashbacks bem colocados.

Com atuações muito bem dirigidas  que incluem o já conhecido Anthony Mackie (que esteve em produções como Avengers: Endgame), com destaque tambem para a  atriz  Teyonah Parris que interpretou a mulher gravida da história alem da atriz Marcia Gay Harden que interpreta a questionavel tenente Lewis.

No que diz respeito a parte técnica do filme também não há muitos problemas, os efeitos práticos e a fotografia não tem nada que já não se esperaria de uma produção dessa. Um ponto interessante são alguns matching cuts bem criativos em algumas partes do filme, recurso esse que favorece a dinâmica do mesmo, e poderia até ser um pouco mais utilizado.

Pode se dizer que Point Blank apesar de não ser uma obra que ofereça uma complexidade maior em seu roteiro, cumpre seu papel de entreter, sem nenhuma falha que seja grande o suficiente para impedi-lo do mesmo, sendo bom filme para aquele sábado de ócio e preguiça.

Titulo Original: Point Blank

Titulo: A Queima Roupa

Direção: Joe Lynch

Elenco:  Frank GrilloAnthony MackieMarcia Gay Harden

Duração: 1h 26min

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