Cinema Críticas

Crítica: The Prodigy (2019)

Em 2019 uma boa leva de filmes terror é esperada, o que inclui filmes de vários sub géneros dessa área desde o psicológico cult até o terror B cheio de gore , dentre essa vasta variedade não poderiam faltar os terrores sobrenaturais e, The Prodigy é um desses que vem para tentar abocanhar uma parte do público amante do género.

O longa conta a história do menino Miles que desde bebé desenvolve  uma inteligência acima do normal e, aos 8 anos começa a demonstrar comportamentos atípicos para uma criança de tal idade, o que leva sua mãe suspeitar que algo talvez esteja agindo sobre o garoto.

Apesar de ter um roteiro nada imprevisível esse filme ao contrário de muitos outros consegue manter a atenção do expectador até o final, um dos  principais motivos é a atuação muito boa do pequeno Jackson Robert Scott (que já era conhecido por ter atuado em IT A Coisa)no papel do tenebroso Miles, e também não podemos descartar Taylor Schilling como a desesperada mãe do garoto que também não deixa nada a desejar.

Como já foi dito o roteiro do filme não é dos mais bem escritos mas algumas cenas como a da regressão por exemplo, são muito bem executadas e fazem com que o filme não seja um desastre total além de também não deixar muitas pontas soltas. A parte técnica também não é ruim apesar de uma falha pequena ou outra, tudo é mantido em bom nível. Outro erro do roteiro está no final, que se prolonga em demasiado sem necessidade nenhuma, sendo que podia ser mais curto e deixado um ar mais misterioso ali.

É possível dizer então que apesar de estar longe de ser uma obra prima o filme, graças entre outras coisas às já mencionadas atuações consegue se manter num nível de qualidade mediano, sendo um boa fonte de entretenimento para amantes do género mas sem nada de realmente surpreendente em si.

Titulo Original: The Prodigy

Titulo: Maligno

Direção: Nicholas McCarthy

Elenco:  Jackson Robert ScottTaylor SchillingPeter Mooney

Duração: 1h 32min

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