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“Colette” Estreia nos Cinemas a 13 de Dezembro com Keira Knightley

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Numa interpretação soberba de Keira Knightley, com duas nomeações aos Óscares (“O Jogo da Imitação” e “Orgulho e Preconceito”), “Colette” chega às salas de cinemas nacionais a 13 de dezembro, contando a extraordinária história da mais importante escritora francesa do século XIX, em busca da sua liberdade e da sua voz artística.

Após casar com o escritor e editor “Willy” (Dominic West, “Tomb Raider”), Sidonie-Gabrielle Colette (Keira Knightley) troca a vida bucólica do campo pelas ruas e salões de Paris do final do século XIX (1890) e emerge no mundo intelectual, literário e artístico do seu marido.

Colette torna-se num dos escritores fantasma de Willy, redigindo romances autobiográficos sobre uma adolescente de 15 anos chamada Claudine, que rapidamente se tornam best-sellers. Génio do marketing, Willy usa a marca de Claudine para vender outros produtos – desde doces a sabonetes -, mas recusa-se a reconhecer a autoria da sua esposa, o que leva ao fim do casamento.

O esforço de Colette para alcançar a sua liberdade e voz artística fez com que se tornasse numa das figuras mais celebradas da literatura francesa, com dezenas de obras escritas, entre as quais Chéri (1920) e Gigi (1944).

Uma mulher à frente do seu tempo, Colette foi nomeada para o Prémio Nobel da Literatura em 1948.

Com produção de Elizabeth Karlsen (“Carol”) e realização de Wash Westmoreland (“O Meu Nome é Alice”), “Colette” tem sido aclamado pela crítica internacional como um filme ‘notável, cativante e absolutamente fascinante’ (Metro) e ‘sumptuoso, revelador e oportuno’ (BBC Culture).

Depois de se apaixonar e casar com o autor e editor Henry Gauthier-Villars (Domenic West), mais conhecido por “Willy”, Sidonie-Gabrielle Colette (Keira Knightley) troca o campo pelas ruas e salões artísticos da Paris do virar do século XIX.

Colette começa logo a trabalhar na editora de Henry, onde se torna um dos seus escritores fantasma.

Quando Colette publica a série “Claudine”, romance semiautobiográfico que definiria um novo tipo de arquétipo – o adolescente -, a obra torna-se um sucesso e uma sensação cultural. Com isto, Willy e Colette tornam-se um casal celebridade da Belle Époque, mas a recusa de Willy em reconhecer a autoria de Colette leva ao fim do casamento de ambos.

Pela sua parte, Colette inicia uma série de relações com mulheres, uma das quais com Mathilde de Morny ou “Missy”, uma aristocrata que desafia os padrões da época.

Colette esforça-se por alcançar a sua liberdade e voz artística, vindo a tornando-se numa das figuras mais celebradas da literatura francesa, e escrito dezenas de obras, entre as quais Chéri (1920) e Gigi (1944), que viria a inspirar o filme de Vincente Minnelli e o musical da Broadway.

Colette seria nomeada para o Prémio Nobel da Literatura em 1948.

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