Cinema Críticas

Critica: Malicious (2018)

Malicious

Toda vez que se assiste a um filme de terror, que tem como temática espíritos ou uma entidade maligna, sustos (jump scares), gritos e algum plot (seja ele bom ou ruim) são esperados, em Malicious temos tudo isso, mas, por tentar forçar o medo e a tensão nos expectadores ao invés de investir em um roteiro que faça isso por si mesmo, o filme acaba caindo no hall de filmes de terror que trazem mais tédio do que entretenimento a quem assiste.

Malicious conta à história de um professor universitário (Josh Stewart) e sua mulher gravida (Bojana Novakovic), que vão morar no interior por que o mesmo foi convidado a dar aulas em uma faculdade cujo pagamento e os benefícios são bons, mas chegando na casa nova, uma série de eventos começam a acontecer na vida do casal envolvendo uma entidade maligna.

A produção em termos de maquiagem efeitos e fotografia não erra porem, também não e excepcional. As atuações em geral são medianas, mas o pior ponto do filme fica com o roteiro, que é raso, e se enrola cada vez mais enquanto o filme avança, procurando soluções rápidas ao invés de fundamentar-se mais, inserindo personagens que não acrescentam nada a história e cenas desnecessárias além de, um desfecho e um final bastante previsíveis.

O filme pode até agradar a uma audiência mais jovem, e também, servir como um passatempo para o fim de tarde ou fim de semana, mas um público mais crítico talvez não tenha uma experiência muito positiva com essa película que, até poderia ter sido mais notável, mas pela falta de habilidade de quem escreveu e dirigiu (neste caso  Michael Winnick) acabou fadado a superficialidade ao clichê.

Título original: Malicious

Título: O Chamado do Mal

Realizado por: Michael Winnick

Elenco:  Bojana Novakovic, Josh Stewart, Delroy Lindo

Duração: 90 minutos

Trailer | Malicious

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