Cinema Críticas

Crítica: Blood Fest (2018)

Blood Fest

Título: Blood Fest
Título Original: Blood Fest
Realizado por: Owen Egerton
Elenco: Zachary LeviTate DonovanSeychelle Gabriel 
Duração: 92 minutos

Blood Fest, uma produção da Rooster Teeth Productions, é a nova obra de terror cómico de Owen Egerton (Follow). Numa noite de Halloween, a mãe (Samantha Ireland) de Dax (Robbie Kay), uma ávida fã de filmes de terror, é assassinada. Anos mais tarde, o adolescente Dax quebra as regras do pai (Tate Donovan), que se tornou anti-terror, e, juntamente com os amigos Sam (Seychelle Gabriel) e Krill (Jacob Batalon) comparece ao Blood Fest, um festival para fanáticos do género de terror. Quando todos os filmes se tornam reais e as pessoas começam a morrer, o grupo tem de encontrar uma maneira de saírem vivos do festival.

Blood Fest é uma ode aos filmes de terror clássicos e aos sub-géneros que todos conhecemos e adoramos: slasher, palhaços assassinos, zombies, vampiros sedutores, tortura, (..). Achei muito semelhante ao genial Cabin In The Woodsuma obra que satiriza os clichés nos filmes de terror. Dax, sendo um entusiasta do género, sabe as regras todas do terror e usa-as em sua vantagem.

É uma obra bem divertida e com piadas bastante engraçadas, com uma ideia muito interessante. Infelizmente, tanto o argumentos como as actuações são maus, deixando muito a desejar; o enredo por vezes é demasiado mal feito para ser sequer considerado sátira. Os efeitos visuais são hilariantes, no entanto totalmente compreensíveis para uma obra low-budget. Recordou-me os efeitos visuais de filmes mais antigos, o que adiciona  uma camada de nostalgia ao filme.

Em relação ao final, confesso que não estava nada à espera. Foi uma boa reviravolta, no entanto pareceu forçada; achei bizarra as reacções das personagens e as relações entre elas.

No geral, é divertidíssimo assistir a Blood Fest, desde que não o levemos muito a sério e saibamos apreciar pelo que é.

Trailer – Blood Fest

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