Cinema Críticas

Crítica: Down a Dark Hall (2018)

Down A Dark Hall

Nome: Corredor Assombrado
Título Original: Down a Dark Hall
Realizador: Rodrigo Cortés
Elenco: AnnaSophia Robb, Uma Thurman, Isabelle Fuhrman
Duração: 
96 minutos

Down a Dark Hall retrata a transição na vida de Katherine Gordy (por AnnaSophia Robb) que é uma jovem problemática com dificuldades em criar laços com outras pessoas, acabando assim por ser inscrita na exclusiva Blackwood Boarding School, pela sua mãe.

A ela juntam-se mais 4 jovens das quais se destaca Lizzy. Protagonizada por Isabelle Fuhrman, que não é desconhecida para os fãs mais ávidos de terror, por ter sido a estrela no filme Orphan (2009).
Para além de Isabelle, o elenco conta também, inesperadamente, com Uma Thurman, que dispensa qualquer introdução.

Com o desenrolar do filme, percebemos que a escola de Blackwood não é normal, causando alguma intriga. À medida que o filme se aproxima do final, “confusão” é a palavra predominante, visto que o filme acaba por ser muito diferente do que se estava à espera (para o bem ou para o mal), deixando uma sensação de insatisfação e vazio.

Resumindo, na primeira metade, Down a Dark Hall é um pouco clichê e previsível.
Na segunda metade é artístico e inesperado.

Esta transição, não foi um ponto a favor, visto que Rodrigo Cortés não teve a capacidade de transportar os espectadores que captou com o a primeira metade. Muito menos de satisfazer os espectadores que até gostaram da segunda metade, dada a forma como se desenrolou a primeira.
Por muito que haja um esforço para compreender e aceitar o desfecho, é difícil, visto que se dividirmos o filme a meio, parece que estamos a ver duas coisas muito distintas.

Pode-se dizer que se sente que há ali uma tentativa em tornar água em vinho, recorrendo a um build-up mainstream, complementado por desfecho artístico.
A formula falhou redondamente!

Comments