Cinema Críticas

Crítica: Tag (2018)

Tag

Título: Jogo da Apanhada
Título Original: Tag
Realizado por: Jeff Tomsic
Elenco: Jeremy RennerEd HelmsJake Johnson 
Duração: 100 minutos

Com um elenco de luxo, Tag segue um grupo de amigos que jogam à apanhada desde infância. 30 anos depois, o grupo mantém-se unido pelo jogo, enquanto tentam apanhar o único membro da equipa que nunca foi apanhado: Jerry (Jeremy Renner). É um filme inspirado num grupo real de amigos que, durante a adolescência, jogavam à apanhada para se entreterem fora das aulas.

É um filme bastante divertido e “fácil” de ver, não tem um plot muito complexo. É repleto de acção e é basicamente uma comum comédia “slapstick”. As personagens são engraçadas e a performance do elenco é boa, no entanto achei a presença de certas personagens irrelevante (por exemplo, não percebi a personagem Cheryl Deakins (Rashida Jones) nem o drama amoroso que quiseram apresentar.); também não entendi o porquê do drama no final, penso que a amizade do grupo seria bem solidificada sem a ajuda de um plot twist tão aleatório. Fiquei também um pouco insatisfeita com o final, poderia ser melhor explorado; ficaram algumas pontas soltas e as relações entre as personagens poderiam ter sido melhor desenvolvidas.

Gostei da mensagem que quis passar, que com a idade devemos sempre manter um espírito jovem em nós e que as amizades importam ao longo da vida. Achei imensa piada nalgumas cenas do filme, está bem escrito com diálogo credível e divertido. Noto também a boa ideia que foi colocar aquela espécie de monólogos/pensamentos em voz alta durante as cenas em slow-motion, ficou original e deu um toque extra engraçado.

Tag é um bom filme para ver, seja em grupo ou não, para quem procura um filme animado, com muitas caras conhecidas e muita acção. “Tag, you’re It!”

Trailer – Tag

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