Cinema Críticas

Crítica: The AristoCats (1970)

Título original: The AristoCats

Título: Os Aristogatos

Realizado por: Wolfgang Reitherman

Elenco: Eva GaborPhil HarrisSterling Holloway

Duração: 78 min.

Ano de 1910. Em Paris, uma idosa milionária e excêntrica leva uma vida feliz com os seus gatos na sua enorme mansão, com a única ajuda de seu fiel mordomo Edgar (Roddy Maude-Roxby). Lá, a gatinha Duquesa (Eva Gabor) vive com os seus três gatinhos, sem saber que Edgar planeia matá-los a todos para se tornar o único herdeiro da enorme fortuna da velha Madame Bonfamille (Hermione Baddeley). Para este propósito, ele deixa-os num lugar remoto. Mais tarde, Duquesa encontra Thomas O’Malley (Phil Harris), um gato vagabundo e mundano. Desde o início, O’Malley, atraído pela elegância da Duquesa, pretende ajudá-la a voltar a casa de Madame Bonfamille, mesmo que tenha que enfrentar todos os perigos da cidade grande.

O destaque desta aventura infundida de jazz é a música Everybody Wants to Be a Cat. Há um pequeno enredo e as personagens são menos memoráveis ​​em relação a outros animais animados como Lady and the Tramp e 101 Dálmatas. Mas as personagens, com as suas nuances humanas, são o prato principal e o nosso deleite, variando de fofinhos a hilariantes, graças à animação inteligente.

The Aristocats está entre os bons. É leve, agradável e divertido, a caracterização é forte, e as vozes de Phil Harris e Eva Gabor são encantadoras. The Aristocats é uma espécie de musical, e quando O’Malley passeia pelas margens do rio cantando sobre as suas próprias qualidades, não podemos deixar de nos divertir. Imaginativo e, claro, lindamente animado, este filme tem todas as características superficiais de uma grande imagem da Disney.

Abençoe a organização de Walt Disney para The AristoCats, como um filme de desenhos animados quente e doce que já nos deu um pequeno brilho de Natal.

Trailer | The AristoCats

Comments