Cinema Críticas

Crítica: Distorted (2018)

Distorted

Título: Distorted
Título Original: Distorted
Realizado por: Rob W. King
Elenco: Christina RicciJohn CusackBrendan Fletcher
Duração: 86 minutos

Distorted é um thriller realizado por Rob W. King, sobre um casal, Lauren Curran (Christina Ricci) e Russel Curran (Brendan Fletcher) que se mudam para um apartamento moderno e isolado. Lauren começa então a ter episódios bipolares cada vez mais estranhos, e convence-se de que está a ser alvo de mensagens subliminares e hipnose. A situação piora quando conhece Vernon (John Cusack), um hacker paranóico e a única pessoa que acredita nela.

Criticando como alguém que adora thrillers, este filme é uma perda de tempo; é previsível, aborrecido e desconfortável. As performances são razoáveis e as falas parecem todas forçadas, as “alucinações” são clichés como “imagens perturbadoras a passar na tv” e “pessoas que aparecem do nada e nos deixam na dúvida se são reais”. A maior parte do filme é a Christina Ricci a andar de um lado para o outro, ofegante, em situações que a pintam de “maluquinha”.

Penso que os pontos positivos são que o filme não nos trata como “simplórios”, ou seja, não simplifica a linguagem científica (aquela mania que as personagens têm de dizer “Agora em português” quando falam com cientistas ou hackers); e gostei também da cinematografia, é limpa e coerente. Dito isto, obviamente que não compensa pelo facto de que é um mau filme com uma história confusa. Chegou a uma altura em que fiquei irritada com a quantidade de imagens perturbadoras que o filme passa; não acrescenta nada de novo e torna o filme pretensioso.

Distorted é um filme a evitar, não é original e não foi bem feito. Não recomendo.

Trailer – Distorted

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