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Agents of S.H.I.E.L.D. – 5×19 – Option Two

Agents of S.H.I.E.L.D.

CONTÉM SPOILERS!!!

Ora aqui estamos, para o trecho final da quinta temporada de Agents of S.H.I.E.L.D. E se achavam que os nossos agentes pudessem ter um pouco de espaço para respirar, podem tirar o cavalinho da chuva, pois as coisas começaram a aquecer!

A misteriosa Confederação, liderada pelo igualmente misterioso Qovas (Peter Mensah), começou o assalto ao planeta Terra. A primeira paragem é no Farol, onde Coulson (Clark Gregg) e companhia encontram-se em refúgio e também encontram em posse do Gravitonium. O que se segue é um episódio repleto de tensão. 

Não devo ter sido o único a pensar que a tensão, o horror estiveram à espreita neste episódio, com os nossos agentes, com recursos severamente limitados, são obrigados a fazerem frente a uma força invasora resistente. Mais uma vez, o realizador Kevin Tancharoen está novamente de regresso à cadeira de realizador. Para quem segue Agents of S.H.I.E.L.D. com afinco, sabe bem que podemos esperar mais um episódio repleto de ação quando Tancharoen está envolvido. E este Option Two com certeza não é exceção a essa regra. E mesmo assim, tivemos algo diferente do habitual.

Este não é um episódio em que a S.H.I.E.L.D. faz um assalto a um local e mostram cenas de ação bem coreografadas e trabalhos de câmara de meter inveja. Não, este episódio coloca os nossos agentes numa posição mais frágil do que gostariam de se encontrar. E o facto de dividir a equipa principal em pequenos grupos apenas aumentou essa tensão, onde o perigo espreita a cada esquina.

Ainda houve tempo de antena para algumas discussões acesas dentro da equipa. E grande parte desse foco residiu no rescaldo das ações de Yo-Yo (Natalia Cordova-Buckley). Durante cinco temporadas, aprendemos que a S.H.I.E.L.D., não importa a situação, possuem uma política de “não matar”. Essa política foi colocada em questão esta semana, com a equipa dividida entre o fazer a coisa certa em termos de princípios e entre a fazer uma escolha difícil que possa salvar vidas. E de facto, uma série só fica a ganhar quando desperta discussões interessantes sobre o que é “certo” e o “errado”, a “escolha fácil” e a “escolha difícil”. É este tipo de conversas que dá um novo toque a qualquer série, e Agents of S.H.I.E.L.D. não foi exceção.

Infelizmente, Daisy (Chloe Bennet) foi o ponto fraco do episódio, com a personagem reduzida a um mero punhado de minutos que se resumiram a um grab and go. Com um segmento de invasão e cerco superior em quase todos os níveis, fica a ideia de que se poderia ter cortado este segmento e termos focado inteiramente nos esforços de sobrevivência do grupo.

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Começou o cerco, e Agents of S.H.I.E.L.D. ganha um tom de urgência que lhe dá aquele boost perto do final.

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