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Agents of S.H.I.E.L.D. – 5×16 – Inside Voices

Agents of S.H.I.E.L.D.

CONTÉM SPOILERS!!!

Esta segunda metade de Agents of S.H.I.E.L.D. foi marcada pelas várias tentativas dos nossos heróis tentarem impedir o fim do mundo e alterar o futuro pós-apocalíptico da temporada. No entanto, e como já fomos reparando de forma bastante subtil neste episódio, o futuro parece encontrar maneiras de contaminar o nosso grupo.

Por onde começar com este episódio? Mais do que centrar nos esforços da S.H.I.E.L.D. ou da Hydra, o episódio deu uma boa porção de tempo a Creel (Brian Patrick Wade), que se encontra instável agora que entra em contacto com o Gravitonium. Como se isso não bastasse, Creel agora possui memórias de Franklin Hall, um vilão que apareceu na primeira temporada. No entanto, o resultado ficou um bocado aquém do esperado, tirando alguns momentos-chave, como Creel unir esforços com Coulson (Clark Gregg) e Talbot (Adrian Pasdar) para escaparem das garras da Hydra ou do combate entre Creel e Ruby (Dove Cameron). No entanto, não foi exatamente um momento que mexesse com o enredo, dada a urgência desta segunda parte da temporada. 

Ainda falando sobre a influência do futuro, parece que a S.H.I.E.L.D. já está preparada para se fragmentar aos poucos. Como se não bastasse Yo-Yo (Natalia Cordova-Buckley) pensar que é invencível por ter visto a si mesma no futuro, agora Simmons (Elizabeth Henstridge) também pensa nessa linha de pensamento quando descobriu a verdade sobre Deke (Jeff Ward). E isto leva-a a colocar a teoria num teste para poder libertar Fitz (Iain De Caestecker). Pode não ter sido um daqueles momentos “uau”, mas existe uma certa intensidade que Henstridge conseguiu transmitir. Não só conseguiu enganar e manipular quem estava à sua volta, mas também ao público em si. 

A quem o episódio correu menos bem foi com Daisy (Chloe Bennet). Agora como a líder interina na ausência de Coulson, Daisy vê-se obrigada a trazer Robin (Lexy Kolker) a bordo. Apesar de termos tido um belo momento entre a jovem Inhuman e May (Ming-Na Wen), este episódio pouco ou nada introduziu de novo. 

Em suma, Agents of S.H.I.E.L.D. melhora bastante quando os seus olhos estão colocados no que se avizinha no futuro, não propriamente no passado. Infelizmente, com tantas referências à parte menos boa da primeira temporada não ajuda em muito para a temporada.

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Mais uma vez, Agents of S.H.I.E.L.D. mostra-nos boas dinâmicas nos personagens. No entanto, tal não justifica sacrificar o avanço da narrativa.

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