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The Walking Dead – 8×11 – Dead or Alive or

The Walking Dead

The Walking Dead continua a afastar-se da acção desmedida em contrapartida com a aproximação no que toca a explorar as personagens.

No episódio anterior houve um tratamento diferente na forma como essa “exploração” foi feita, isto é, de forma mais repartida e metódica.
Em Dead or Alive or não aconteceu da mesma forma, contudo não deixou de acontecer.

Já conhecíamos Dwight (até porque tem sido uma personagem recorrente), mas é sempre interessante olhar para as consequências das suas acções no passado em determinadas personagens (mais concretamente em Tara).

Estamos perante uma daquelas situações em que nos é mostrado como é que o sujeito se adapta ao grupo, mas ainda mais como é que o grupo se adapta ao sujeito.
Com o final do episódio, é deixado em aberta a chance que Dwight tem para o tira-teimas sobre a sua lealdade. No entanto, a verdade é que foi graças a Dwight que o plano do pântano não deu para o torto.

Em paralelo assistimos ao desfecho do plano de Carl, ao ponto de situação em Hilltop, em que pé os Saviors se encontram bem como os seus planos a curto e médio prazo e a uma road trip bastante efémera de Gabriel e Harlan.

Gabriel e Harlan foi algo caricato. Por um lado foi engraçado e cortou ali um bocado o ambiente pesado desenrolado no pântano (acompanhado de um excelente instrumental), mas por outro não se percebeu bem o objectivo, face ao desfecho que teve.
God’s plan? I don’t think so.

Não foi de todo um episódio tão entusiasmante como os anteriores, mas muito se deve ao facto dos acontecimentos ditos como “desinteressantes” vinham dos segmentos de história que ficaram em aberto há vários episódios atrás (Hilltop/Gabriel), quando a série andava nas ruas da amargura.

Fica o desejo que a continuação desses acontecimentos desinteressantes ganhem um rumo, propósito e dinamismo em breve. The Walking Dead precisa disso!

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