Cinema Críticas

Crítica: Fifty Shades Freed

Nome: Cinquenta Sombras Livre
Título Original: Fifty Shades Freed
Realizado PorJames Foley
ElencoDakota Johnson, Jamie Dornan, Eric Johnson, Eloise Mumford, Rita Ora
Duração: 105 min.

Fifty Shades Freed é o terceiro e último capítulo da saga adaptada dos livros de E.L. James. O filme retrata uma vida de luxo compartilhada pelos agora recém-casados Christian e Ana. Agora, assumindo o papel de Sra. Gray, Ana enfrenta novas ameaças que podem comprometer o seu final feliz antes de este começar.

Ao longo dos 3 filmes o ponto mais fraco deste franshise é a quase inexistência de um plot, uma história. O primeiro escapava por camuflar esse facto, atuando como quase um documentário sobre o estilo de vida sexual de Christian Gray e os seus gostos peculiares. O segundo foi o pior de todos! Isto porque para além de não haver qualquer tipo de desenvolvimento na história, as informações adquiridas sobre esta personagem em Fifty Shades of Grey  são perdidas porque agora “ele quer mudar por ela”. Este terceiro filme está algures no meio!

Ao início segue as pisadas de Fifty Shades Darker. Vemos apenas as férias e viagens das duas personagens em que nada acontece e os momentos apresentados apenas servem de passagem para “aquelas cenas”. You know what I mean! Mas mais perto do fim há sim algum avanço e conclusão na história para justificar a introdução de uma personagem.

Mas o maior pecado é no mesmo aspecto. Ao não permitir a outras personagens qualquer conclusão parece que apenas estas lá estão porque também estavam nos livros. A Sra Robison, por exemplo, a senhora que introduziu Christian no seu estilo de vida nem sequer aparece. Explorar esta personagem e os seus motivos poderia tornar este filme/franshise bem mais interessante.

São bastante evidentes as semelhanças com os filmes de saga Twilight. Sabemos que a origem destes filmes foi inspiração em fan fiction da relação (discutivelmente) abusiva de Edward e Bella. Até a uma cena final com flashback da relação do casal transmitiu uma sensação de déjà-vu. Mas uma vez que a história de Grey se passa no mundo real torna-se mais aborrecida. O que podemos fazer para faze-lo interessante então? Sexo!

Algo positivo ao longo deste franshise é o soundtrack associado! As músicas, sobretudo do estilo pop, de vários artistas são um bom condimento. Encaixam na perfeição com o tom teen da história.

Conclusão, Fifty Shades Freed é a conclusão de uma história quase inexistente que retrata uma relação pouco exemplar e apenas se justifica para se apresentar cenas ousadas.

Trailer – Fidty Shades Freed

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