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How to Get Away with Murder – 4×09 – He’s Dead

CONTÉM SPOILERS! 

Depois de tão longa espera e daquele episódio da midseason finale, a ansiedade era mais que muita. E quando achamos que as coisas poderiam vir uma pouco mais calmas, somos surpreendidos e percebemos que How to Get Away with Murder nunca dá descanso ao nosso coração.

Ainda que o título do episódio seja bastante sugestivo e mesmo que tenhamos ouvido o filho de Laurel (Karla Souza) a chorar, ficamos de pé atrás com o pode acontecer. Será que ele sobrevive? O capítulo começa com a chegada de Annalise (Viola Davis) e a recém-mamã ao hospital. Frank (Charlie Weber) também aparece, preocupado com a saúde da amada e só graças a ele dizer que é o pai da criança (LOL) faz com que consigam ver e saber notícias. O prematuro está vivo e Laurel está estável. Mas obviamente que as coisas não poderiam ser tão fáceis.

O pai de Laurel, Jorge Castillo (Esai Morales) também aparece e tem um plano em mente: levar o bebé, dando a filha como adicta e com problemas psicológicos. Annalise tudo faz para resolver esta situação, voltando a ser aquela mulher destemida e feroz que todos amamos, mas não consegue fazer nada. O poder e dinheiro de Castillo falam muito mais alto. A única coisa que me deixa descansado é falarmos da personagem de Viola Davis. Cuidado com a Ms. Keating quando quer algo! A cena dela com Karla Souza é soberba. De Viola há pouco mais a acrescentar, mas a jovem iniciante a advogada tem-se uma revelado uma atriz de mão cheia e a evolução desde o inicío da série é notória. WOW!

O resto do grupo também está com algo extremamente complicado em mãos. Asher (Matt McGorry) está preso acusado da morte de Simon (Behzad Dabu), Michaela (Aja Naomi King) e Oliver (Conrad Ricamora) são interrogados, tentando a todo o custo manter as versões idênticas. Connor (Jack Falahee) é o único, que mesmo envolvido, tem pouco a acrescentar a tudo isto. É incrível a força que Naomi King tem ganho na série. Mesmo com tudo que está acontecer, ela consegue manter o foco e lidar com tudo, tentando resolver aquilo que provocaram. O único momento em que a vemos fraquejar, é já no hospital, quando descobre o que aconteceu com a amiga e é muito duro de ver. Levamos mais balde de água fria quando o grupo descobre que afinal Simon não está morto e a “mamã” junta-se a eles com uma frase memorável: “Vocês nunca aprendem”. Acho que família está de volta, yes!  

Quem também tem um papel de destaque no episódio é Dominick (Nicholas Gonzalez). Laurel acha que este pode ser uma ajuda fundamental para recuperar os documentos que roubaram e entretanto perderam e que consegue convencê-lo a “mudar-se” para o lado deles. Mas Frank antecipou-se e o encontro não acabou bem. Este acaba por matar o braço-direito de Castillo e agora estão com outro problema em mãos. Será que esta gente não se cansa?

Se tudo isto não chegasse, somos confrontados nos minutos finais por uma revelação que nos deixa a todos de boca aberta. Uma mensagem de voz no telemóvel do morto, onde se ouve a voz de Wes (Alfred Enoch) dizer algo como: “Olá, é o Christophe. Estou com problemas. Aliás, estamos todos“. OMG! O que foi isto? Que ligação pode haver ali? Será que afinal nao e tudo tão linear como parece? Quero respostas já! Os episódios finais têm tudo para serem memoráveis e não podia estar com mais expectativas para o que aí vem, tornando esta temporada uma das mais fortes até à data.

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Os episódios finais têm tudo para serem memoráveis e não podia estar com mais expectativas para o que aí vem, tornando esta temporada uma das mais fortes até à data.  

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