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“A Hora Mais Negra” acolhe manifestações patrióticas no Reino Unido

A Hora Mais Negra, com Gary Oldman no papel de Winston Churchill, vencedor do Globo de Ouro para Melhor Ator e apontado pela crítica internacional como o mais forte candidato ao Óscar de Melhor Ator, está em segundo lugar no Box Office nacional, com mais de 30 mil espectadores na semana de estreia.

No Reino Unido, o filme está a ser destacado nos meios de comunicação social por receber diversas manifestações espontâneas no final do filme, como aplausos e ovações de pé, sobretudo por parte dos espetadores mais velhos e familiarizados com os factos históricos.

Do realizador Joe Wright, – Expiação, Orgulho e Preconceito, Hanna e Anna Karenina, – A Hora Mais Negra é a dramática e inspiradora história do Primeiro-Ministro da Grã-Bretanha, Winston Churchill, na década de 40, no início da Segunda Guerra Mundial, perante a ameaça de invasão pelas forças Nazis.

Randolph Churchill, neto do estadista britânico, considerou que A Hora Mais Negra representa a verdadeira humanidade do seu avô e enaltece a forma como Gary Oldman captou a essência de Winston Churchill.

O filme, que estreou em Portugal a 11 de janeiro, foi escrito por Anthony McCarten, argumentista de A Teoria de Tudo, que lhe valeu a nomeação ao Óscar de Melhor Argumento Adaptado, e permitiu a Eddie Redmayne vencer o Óscar de Melhor Ator, no papel de Stephen Hawking.

Do elenco fazem ainda parte Kristin Scott Thomas (nomeada para o Óscar de Melhor Atriz em O Paciente Inglês), Lily James (Orgulho, Preconceito e Guerra), Stephen Dillane (A Guerra dos Tronos), Ronald Pickup (O Exótico Hotel Marigold) e Ben Mendelsohn (Rogue One: Uma História de Star Wars).

Vejam a nossa crítica aqui.

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