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Crítica: The Wall

The Wall

Nome: The Wall

Título Original: The Wall

Realizado por: Doug Liman

Elenco: Aaron Taylor-Johnson, John Cena, Laith Nakli 

Duração: 90 min

The Wall, realizado por Doug Liman, relata-nos o final da Guerra do Iraque (2007) e apresenta-nos os sargentos Isaac e Matthews, nos quais se baseia o filme.

Este filme revela-se, mesmo antes de o vermos, atípico. Isto porque foi rodado em apenas 14 dias, com um orçamento modesto e conta apenas com a presença de três atores, sendo que só um deles tem um papel principal no filme (Aaron Taylor-Johnson).

Após estarem horas a vigiar uma zona aparentemente deserta, os dois sargentos decidem ir inspecionar a mesma e é aqui que a ação se começa a desenrolar e o filme começa a ganhar forma. Os dois vêem-se, então, presos numa armadilha criada por um sniper iraquiano. É aqui que começam os jogos psicológicos que torna este filme uma espécie de Saw.

O fato de todo o filme se passar num único cenário e se focar apenas numa personagem obriga a que este tenha uma boa história e seja bem realizado de forma a não distrair e aborrecer o espetador. No entanto, o filme revela-se simples e direto, com uma duração de apenas uma hora e meia. Para além disso, ao contrário do que se espera inicialmente, este não deve ser visto como um filme de guerra, mas mais como um thriller psicológico.

É ainda importante salientar o papel desempenhado por Aaron Taylor-Johnson, que cumpre de forma exemplar o papel principal do filme, bem como o papel do próprio John Cena, que mostrou estar à altura de um papel de cinema.

O que se torna mais curioso neste filme é a forma como uma produção tão simples e honesta, que conta com nomes ainda pouco conhecidos, se pode tornar num bom filme, que ultrapassa as expetativas. É, por isso, um bom filme para os amantes de jogos psicológicos e suspense.

Trailer – The Wall

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