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Gotham – 3×09 – Mad City: The Executioner

Gotham

Enfim, cá chegamos a mais uma semaninha. O que, infelizmente para nós, significa mais um medíocre episódio de Gotham. Algo que parece manter-se ainda esta semana! Mas vamos por partes primeiro…

Depois dos desenvolvimentos da semana passada, Nathaniel Barnes (Michael Chiklis) abandona a sua faceta de “bom da fita” para adotar uma postura mais “radical” sobre o combate ao crime (lembram-se de Arrow na primeira temporada? Algo do género). O que ele mal sabe – mas acaba por descobrir, porque, Gotham), Jim Gordon (Ben McKenzie) anda a investigar o capitão da GCPD. Isto dá origem a um espécie de jogo do gato e do rato mental – e físico – entre os dois homens da lei. Embora este segmento tenha sido, no mínimo, previsível, uma coisa é certa: ajudou a solidificar a nova posição e ponto de vista de Gordon quanto à sua fé num sistema que funciona, apesar das suas falhas gravíssimas. Infelizmente, não fez quaisquer favores para com Barnes, que passou a ser uma figura de autoridade ríspida para uma outra personagem lunática que a série apresentou.

Mas claro que também houve outros momentos, que também souberam a bastante pouco. Oswald (Robin Lord Taylor) também parece lidar com o seu próprio jogo do “gato e do rato”, se bem que neste caso está relacionado com a morte de Isabella (Chelsea Spack). Ed (Cory Michael Smith) não está completamente convencido de que a morte da sua recém-amada tenha sido um mero acidente, daí de começar as suas investigações. Embora vermos um Penguin homossexual tenha sido uma espécie de “lufada de ar fresco”, a verdade é que esta linha narrativa deixa bastante a desejar, como se os escritores da série estivessem a preparar um “não vai acabar bem” de propósito. Aliás, chega a ser um insulto não só para o Penguin, mas também para Nygma, este último que teve um melhor desenvolvimento na temporada anterior como um génio do crime, e aqui parece que não vê as pistas mesmo à sua frente.

Selina (Camren Bicondova) e Bruce (David Mazouz) também estão de volta, e não estão propriamente sós, já que Ivy (Maggie Geha) decide juntar-se à festa. Embora seja uma escolha interessante ter uma adulta a reter uma mentalidade de criança, a verdade é que a própria mentalidade da personagem é uma mentalidade pela qual se detestou Clare Foley em primeiro lugar. Por isso, pode-se dizer que é um recasting que nada mudou. E para mais quando o regresso da Ivy traz também com ela uma série de sarilhos que foram facilmente “resolvidos”. Enfim, tendo em conta que é Gotham, estávamos à espera do quê?

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