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Arrow – 4×15 – Taken

Arrow

Quem diria que passar para o “modo fácil” viria ditar o quão fraquinho este episódio seria um dos mais fraquinhos, hein?

Neste episódio, Damien Darhk (Neal McDonough) propôs um ultimato a Oliver (Stephen Amell): desistir da sua campanha eleitoral, ou a vida do seu filho William (Jack Moore) estaria em sério risco. Um ultimato que Oliver simplesmente não consegue recusar, mas que também não ia ficar de braços cruzados. Daí de recorrer a uma velha amiga: Mari McCabe (Megalyn Echikunwoke), também conhecida como Vixen.

Para quem não conhece, este fera de heróina teve direito a uma série animada em seu nome (e em que estiveram presentes as versões animadas de Amell e de Grant Gustin, daí a piadola de terem tido um caso animado), e é raro vermos um ator vocal trazer uma das suas personagens animadas para o live-action. E, por incrível que pareça, Echikunwoke fez um bom trabalho em transpor a sua heroína animada para o pequeno ecrã. Claro que a visualização dos seus poderes ficaram um bocado aquém do esperado, sim, mas também não se esperava menos.

E, por uma vez, teve-se direito a um maior tempo de antena com Damien Darhk. O líder da H.I.V.E. tem sido a maior pedra no sapato de Oliver desde o início da temporada, mas a verdade é que McDonough tem aproveito o seu belo tempo a construir um vilão deste calibre. Ainda fica em dúvida o que o personagem poderá oferecer depois dos eventos, mas agora é esperar para ver o que acontece.

Mais uma vez, o melodrama e Arrow parece que andam de mãos dadas. E Oliver volta a ser o centro das atenções do episódio, agora que o seu parentesco secreto já não se torna assim tão secreto. O choque espelhava-se nos rostos do elenco secundário, mas é Felicity (Emily Bett Rickards) que leva com a maior facada dentro do grupo. A descoberta da verdade sobre William complica ainda mais as coisas entre Oliver e Felicity, que parece que agora andam com os dias contados.

Portanto, o que correu mal? Bem, o chamado “modo fácil”. É verdade que, por uma vez na vida, Oliver puxou pela cabeça e decidiu usar “fogo contra fogo”. E embora a ideia ficasse bem por escrito, certamente peca quando se passa à execução. Todo o sentido de perigo e urgência perdem o seu impacto quando se tem uma mulher com acesso a todos os espíritos do mundo animal como apoio.

Para quem tem um desdém de estimação pela série, as boas novas é que só poderão apenas acompanhar o resto da temporada a partir da última semana deJ Março. Até lá, bons filmes e séries.

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