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Arrow – 4×10 – Blood Debts

Arrow

The Flash regressou ao pequeno ecrã e conquistou de imediato. Infelizmente, Arrow já não tem essa sorte.

Quando abandonámos Ollie (Stephen Amell) e companhia na midseason finale, acabou com um grande cliffhanger, cliffhanger esse que andava à volta do destino de Felicity (Emily Bett Rickards) depois de ter sido baleada e com a vida em risco. Ao longo de uma longa hora, essa vertente ganha mais força ainda, se bem que numa vertente mais emocional. E mais ninguém ficou tão afetado do que Oliver. Depois de uma primeira temporada em que Oliver tentou ser mais leve, vimos uma regressão para o Oliver Queen das primeiras temporadas, uma mudança que ninguém da Team Arrow está a gostar, mas que é compreensível de certa forma. O episódio lá teve a sua dose (pequena) de humor, com o outro casal-sensação Quentin e Donna (Paul Blackthorne e Charlotte Ross respectivamente) a conceder esse humor, se bem que momentaneamente. E também se teve direito a boas cenas de ação, tal como a série nos acostumou.

No entanto, o resto descambou. O ritmo do episódio é de esquecer, os arcos particulares de Diggle (David Ramsey) e Thea (Willa Holland) são de esquecer (que bem que, em comparação, a de Diggle leva a melhor), a inclusão de Anarky (Alexander Calvert), embora tenha sido o catalisador das sequências de ação, deixou um enorme ponto de interrogação no que se toca ao impacto que poderia deixar na série. Até mesmo os flashbacks na ilha ameaçam sofrer o mesmo problema de ritmo e seguimento desse enredo que os flashbacks da terceira temporada tiveram. E depois há a lógica há volta do combate final, entre Ollie e Damien Darhk (Neal McDonough), que soube bastante a pouco.

Basicamente, salvou-se pela problema em volta do destino incerto de Felicity. E foi só isso, porque de resto, este foi um péssimo regresso de Arrow.

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