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Supergirl – 1×03 – Fight or Flight

Supergirl

Mais uma vez, a nossa jovem Supergirl continua a querer ser algo mais do que “a prima do Super-Homem”. Não tem sido uma tarefa fácil, mas ao poucos ela vai dando os passos certo.

Desde cedo que a série tem adotado uma postura mais pró-feminismo, e é uma vertente que continua em força neste episódio. Melhor exemplo, e que até se liga de certa forma ao nosso mundo real, é a comparação da imprensa. E isso notou-se nas perguntas que Cat (Calista Flockhart) faz à super-heroína.

O episódio em si girou em volta de Supergirl querer ser mais do que apenas a prima do Super-Homem, querer ser uma heroína por si mesma. E Fight or Flight conseguiu demonstrar isso mesmo.

Nos dois primeiros episódios, os vilões da semana têm sido o calcanhar de Aquiles da série. Felizmente, esta semana houve o reverso da medalha nesse contexto. Verdade, o chamado Reactron provou ser apenas mais um exercício físico para Kara (Melissa Benoist). Mas foi um dos vilões que até agora apareceu que demonstrou um maior desenvolvimento no que se toca à história trágica e motivações para os seus atos.

Mas nem tudo é positivo. A postura de James Olsen (Mehcad Brooks) é uma grande contradição ao que se tem vistos nos dois últimos episódios. Já para não falar de Maxwell Lord (Peter Facinelli), que aqui parece mais um Tony Stark (mais conhecido como Iron Man) dos pobres.

Em suma, se Supergirl tinha uma réstia de potencial, Fight or Flight certamente minou o trajeto desse progresso.

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