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Arrow – 5×06 – So It Begins

Arrow

O episódio desta semana de Arrow focou-se finalmente na ameaça de Prometheus que começa a criar o caos em Star City, num desafio óbvio a Oliver Queen (Stephen Amell). Prometheus mata várias pessoas cujos nomes descobrimos estarem ligados à lista que o pai deixou a Oliver. Isto leva a equipa a descobrir o passado mais letal de Arrow e a aprofundar a falta de confiança entre a equipa. O que também não contribui para uma boa dinâmica de equipa é o facto de claramente existirem duas: Oliver, Felicity (Emily Bett Rickards) e Diggle (David Ramsey) e as novas adições à equipa que continuam a não ter direito a ser tratados com o mesmo nível de confiança.

Este episódio deu finalmente destaque a Evelyn Sharp (Madison McLaughlin) que não lidou bem com o facto de Oliver ter um passado quase de “assassino em série”. Evelyn era sem dúvida o elemento mais ignorado na equipa até agora, pelo que vê-la a desenvolver alguma personalidade foi um ponto alto.

Já o ponto mais baixo do episódio foi o de sempre: esta temática voltou a levar Oliver e Diggle a discutirem a questão de ter ou não direito a matar como vigilantes, um assunto que pura e simplesmente já não tem qualquer tipo de interesse depois de quatro temporadas do mesmo.

Entretanto Felicity começa a ver-se obrigada a misturar a sua vida pessoal com as responsabilidades da equipa, aproveitando-se da sua nova relação para ter acesso a provas que a podem ajudar a chegar a Prometheus. Ver Felicity numa relação aparentemente estável é refrescante, principalmente quando percebemos desde já que é muito mais comunicativa do que a que tinha com Oliver.

Thea (Willa Holland) passa este episódio preocupada com Quentin (Paul Blackthorne) que continua a não mostrar grandes sinais de melhoras. Embora ambas as personagens tenham sido mal utilizadas até agora, o episódio termina com a ideia de que isso talvez esteja prestes a mudar.

Em flashbacks vemos Oliver numa primeira missão para os Bratva na esperança de se aproximar do seu alvo, Konstantin Kovar (Dolph Lundgren). Embora longe de serem realmente interessantes, estes flashbacks serviram pelo menos para introduzir um vilão com algum carisma que poderá ter repercussões no futuro, uma vez que ainda não sabemos se Prometheus está de alguma forma ligado a estes flashbacks.

Este foi mais um episódio com os seus bons e maus momentos, mas esta temporada começa a relembrar-nos cada vez mais dos erros das anteriores e este episódio não é excepção. Com um ou outro momento mais interessante, não deixa de ser a qualidade a que estamos habituados, que já há muito que não é propriamente boa.

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