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The 100 – 4×01 – Echoes

The 100

Após uma 3ª temporada a lutar para evitar o fim do mundo como conhecido, contra uma ameaça digital omnipresente e omnipotente, a ameaça era na realidade a salvação do fim do mundo que está prestes a começar, graças à degradação progressiva dos reactores nucleares espalhados pelo mundo. 6 meses é o tempo restante!

Recapitulando para contextualizar:
-Jaha (do Skaikru) espalhou um vírus mental, potenciado pela key (comprimido), onde quem o tomava, podia entrar na City Of Light e ficar imune à dor (física e psicológica);
-Pike (do Skaikru) ignorou todos os protocolos feitos entre os seus compatriotas e os Grounders, criando vários conflitos que resultaram em mortes;
-Não nos podemos esquecer que quem matou a Ontari, commander proveniente da Ice Nation, foi Jaha (mais uma vez, do Skaikru).

Posto isto, quase ninguém por parte dos Grounders guarda grande estima ao 13º clã (falo portanto do Skaikru).
É assim, graças a todos este factores, que começamos 4ª temporada com a Ice Nation a reclamar o trono e a prometer vingança ao Skaikru. O problema é que o legítimo herdeiro, Roan (Rei da Ice Nation), é o único que pode ajudar a Skaikru nesta transição de reinado e está à portas da morte após ter sido baleado por Kane.

Clarke planeia a rendição do Skaikru para poder evitar esse desfecho, mas Echo (que na 2ª temporada era um dos Grounders mantidos em cativeiro pelos Mountain Men, onde conheceu Bellamy) não está para aí virada. Com isto Echo coloca pressão em Roan sob o pretexto que este precisa de eliminar o clã dos Skaikru para ser aceite como legítimo líder de Azgeda.
Clarke vê-se, com isto, obrigada a desfazer-se da Flame (chip criado pela Becca) de forma a salvar os Skaikru e a reestablecê-los como 13º clã, tornado Roan no legítimo Flamekeeper.

Turn On/Off
[ON] Eliza Taylor continua a crescer como actriz, tornando-se menos irritante e mais carismática no papel de Clarke Griffin. A sua prestação neste episódio de abertura foi óptima, nomeadamente no momento em que se apercebeu que ia ter de abdicar da última recordação que tem de Lexa, encontrando o conforto junto à mãe e no momento em que a entrega a Roan, transparecendo o quão fragilizada está por o ter de fazer;
[ON] A Octavia (protagonizada por Marie Avgeropoulos) parece ter percebido o seu papel enquanto badass/ninja e abandonou a atitude de adolescente revoltada contra o mundo, finalmente;
[ON] O Bellamy está de volta abandonando de vez o Dark Side;
[ON] A sequência final antes dos créditos, mostrou-nos o que The 100 peca muito em não mostrar: Mais paisagens/natureza. Penso que usar esse trunfo eliminando/optimizando alguns diálogos poderia ser muito positivo para a série, numa fase em que teve a pior audiência para um episódio de abertura de temporada;
[OFF] Os conflitos envolvendo os Skaikru, a Ice Nation, Azgeda, a Lexa e a Flame continuam e face à ameaça presente, está na hora de ultrapassar este círculo vicioso que começa a cansar. Fica o desejo que este episódio seja o último a seguir esse linha;

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Após uma 3ª temporada a lutar para evitar o fim do mundo como conhecido, contra uma ameaça digital omnipresente e omnipotente, a ameaça era na realidade a salvação do fim do mundo que está prestes a começar.

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