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Prison Break – 5×05 – Contingency

Prison Break

E chegou o episódio que mais aguardávamos. A maioria das perguntas que ecoavam na nossa cabeça desde que foi anunciado que Michael Scofield (Wentworth Miller) estaria vivo foram respondidas.

Pressionado pelo irmão, o protagonista finalmente revela toda a história por trás da sua “morte”. Antes de se casar com Sara (Sarah Wayne Callies), foi contactado por Poseidon, que prometeu dar imunidade a esta e Lincoln (Dominic Purcell) e finalmente deixá-los livres caso ele aceitasse fazer uns trabalhos para si (pelos vistos Kellerman (Paul Adelstein) não possuia legitimidade para os libertar).

É interessante toda a relação com os acontecimentos da última temporada, como a prisão da amada de Michael depois deste recusar a parceira com o vilão, conseguindo que tudo se encaixasse com o passado e fizesse sentido no universo da série.
Cortando ligações com a família e amigos, Scofield cedeu e foi assumindo ao longo destes anos vários nomes e personalidades, entrando em várias cadeiras ao redor do mundo, com o intuito de ajudar a fugir pessoas perigosas.

No que diz respeito à trama atual, depois de terem morto o líder do grupo terrorista, a situação do grupo dos “bons rapazes” está longe de ser fácil. Com as suas cabeças a prémio, proporcionam-nos várias cenas de ação e perseguição bem conseguidas. Whip (Augustus Prew) e Ja (Rick Yune) começam a criar empatia junto do público, revelando os motivos para o herói os querer com ele, principalmente o coreano, que nos proporciona um plano digno de Scofield para afastar alguns elementos da ISIS.

Também Sid (Kunal Sharma), que nos havia conquistado ao longo dos episódios, acaba por ter um triste final neste capítulo, sacrificando-se para ajudar os companheiros.

No outro lado da narrativa, temos a Dra. Tancredi a ser confrontada com as provas que o seu marido, Jacob (Mark Feurstein) afinal não é o bom homem que aparenta e pode ser o vilão que todos querem saber a identidade. Este acaba por lhe dar a volta (será que deu mesmo?) mas a mim não me convenceu. Se Poseidon é descrito como um psicopata, não seria de todo difícil para ele manipular quem quer que seja.

Apesar de previsível na história, é agradável ver o destaque dado ao personagem e todas as sequências que o envolveram conseguiram deixar-nos agarrados ao sofá.
Com a partida de C-Note (Rockmond Dunbar) e Sheba (Inbar Lavi) no avião e completamente cercados, estou expectante para ver o que vem aí para os nossos fugitivos favoritos e como eles irão conseguir escapar de um país em colapso e comandado pelos islâmicos.

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Finalmente temos as respostas a muitas das perguntas que ecoavam na nossa cabeça acerca dos últimos anos de Michael.

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