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iZombie – 2×17 – Reflections of the Way Liv Used to Be

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iZombie começou o novo episódio com as consequências do anterior: Ravi (Rahul Kohli) descobriu que Major (Robert Buckley) é o Chaos Killer e tenta agora compreender o que levou o seu (agora zombie) melhor amigo a tomar essas decisões. É interessante ver Major finalmente desabafar com alguém sobre a situação, explicar os seus motivos e como esperava que tudo se resolvesse. No entanto, era de esperar uma maior reação de Ravi; a descoberta ficou a saber a pouco. Depois de se alimentar do que sobrou do “cérebro bem-disposto” que Liv consumiu no episódio 2×14 – “Eternal Sunshine of the Caffeinated Mind”, foi também a vez de Major proporcionar alguns momentos de humor, que funcionaram bem em contraste com o recente drama habitual da personagem.

Entretanto Liv (Rose McIver), ainda sob o efeito do cérebro da semana anterior, está concentrada em encontrar Drake (Greg Finley) e recorre à violência para o fazer, pelo menos até se voltar a alimentar. O caso da semana segue a morte de uma estudante com a qual Liv se identifica desde início e que a faz lembrar da sua vida antes de se tornar zombie: inteligente, competitiva e focada no trabalho. Liv tenta então usar estas características para lidar com o desaparecimento de Drake, concentrando-se no trabalho. A investigação foi simples mas teve direito a alguns momentos engraçados e envolveu personagens e descobertas que podem vir a ter consequências no final da temporada.

Blaine (David Anders) continua aparentemente a sofrer os efeitos secundários da cura, e perde completamente o controlo do seu negócio. Embora estejamos a perder as características que faziam de Blaine uma excelente personagem, este novo lado não deixa de ser interessante e de possivelmente ter consequências a longo prazo, quer os efeitos possam ser revertidos ou não.
Já Vaughn Du Clark (Steven Weber) provou neste episódio que é tão desprezível como pensávamos, tratando a filha Gilda (Leanne Lapp) como um rato de laboratório. Esta dinâmica tem algum potencial para desenvolver ambas as personagens.

No geral foi um episódio bem conseguido, com uma boa dose de humor e drama e alguns desenvolvimentos importantes. Alguns aspetos podiam ter sido aproveitados de melhor forma, uma vez que este cérebro tinha algum potencial para confrontar Liv com aspetos da sua antiga vida, mas acaba por ser usado em grande parte apenas como uma distração. Ficam em aberto vários temas; esperemos que o episódio duplo de final de temporada os possa resolver a todos.

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  • No geral foi um episódio bem conseguido, com uma boa dose de humor e drama e alguns desenvolvimentos importantes.
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